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Terapia de Integração Pessoal

A proposta do Método de Intervenção Terapêutica ADI/TIP (Método da Abordagem Direta do Inconsciente/ Terapia de Integração Pessoal) é de uma vivência terapêutica que possibilita a descoberta dos fatos e situações vividos por uma pessoa, que levaram a formulação de conclusões pessoais, e que podem conter conteúdos positivos (relacionados a vivências de amor) e negativos (relacionados a vivências de desamor).

Estes fatos são descritos e percebidos conscientemente – sem distorções racionalizadas e no mesmo momento da terapêutica – como códigos existenciais, que foram registrados e ficaram gravados no inconsciente humanístico ou intuitivo, exercendo uma forte influência na maneira como esta pessoa sente, interpreta, vivencia e age em outras situações semelhantes ao longo de sua vida.


Essas conclusões se manifestam como "frases-registro" de base, sendo estas de dois tipos: a) as “frases-conclusivas” que se referem às conclusões elaboradas pelo sujeito sobre as situações afetivas vividas e sobre as pessoas envolvidas nestes fatos, que foram emocionalmente importantes; e b) as “frases-registro” que se referem às conclusões formuladas pela pessoa sobre si mesmo, a partir dessa mesma vivência. Estas últimas, as “frases-registro”, são, portanto, autoconceitos que, mesmo distorcidos, se generalizam para toda a vida do sujeito.

Cada questão levantada pelo paciente, durante o processo terapêutico, é trabalhada seguindo uma dinâmica circular e não linear. Inicia-se com a fase diagnóstica, que é realizada por meio de um questionamento específico, que procura objetivar, a partir do fato apreendido e descrito pelo sujeito, o momento particular deste fato (cena), que é percebido como positivo ou como negativo. É a partir destes fatos vividos que o sujeito se posiciona, formulando suas “frases-conclusivas” e suas "frases-registro" (autoconceitos). A seguir, realiza-se a fase terapêutica, que objetiva uma compreensão mais ampla das situações vividas, possibilitada também pela mesma técnica do questionamento, permitindo a descoberta de novas informações a respeito dos fatos e dos outros envolvidos na questão, autorizando ao sujeito se reposicionar diante do vivido, reformular suas conclusões pessoais, realizando a "decodificação" dos seus problemas e sofrimentos. Por fim, reforçam-se os momentos ou as cenas compreendidas pelo sujeito como positivas, com o propósito de motivar e dar um novo sentido para a vida, sustentada sobre os valores e as potencialidades resgatadas pelo próprio sujeito por meio de seu inconsciente intuitivo. Fecha-se o processo circular "testando-se" os resultados, verificando-se a autenticidade e a qualidade do trabalho terapêutico que foi realizado, antes de se continuar o questionamento sobre outra questão. O processo circular, portanto, faz parte da estruturação metodológica da ADI.

Por outro lado, essas respostas que vêm do inconsciente humano diretamente questionado, acabam por gerar um banco de dados para pesquisas científicas, permitindo a verificação quantitativa e qualitativa dos resultados obtidos, evidenciando simultaneamente características pessoais e universais do ser humano. Estas pesquisas vêm sendo desenvolvidas voluntariamente por uma equipe de pesquisadores da FUNDASINUM coordenados pela Psic. Maria Clara Jost de Moraes, mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Psic. Flávia Gotelip, mestranda em Psicologia Social pela mesma universidade, ambas orientadas pelo Prof. Dr. Bartholomeu T. Troccoli, PhD, professor Associado da Universidade de Brasília e coordenador do Laboratório de Pesquisa em Avaliação e Medida - LabPAM (Laboratório de Pesquisa em Avaliação e Medida) da Universidade de Brasília (UnB).


[1] O conteúdo aqui apresentado sintetiza o processo terapêutico da ADI/TIP, explanado nos livros As Chaves do Inconsciente (2006) e O Inconsciente Sem Fronteiras (2007), cujas leituras indicamos para maior compreensão dos conteúdos.


O Tratamento

Consulta Médica:

Todos os candidatos à terapia passam inicialmente por uma consulta médica (clínica ou psiquiátrica), com o objetivo de se conhecer o histórico clínico, o uso de medicamentos e garantir a aderência a tratamentos anteriores, com o objetivo de oferecer a máxima segurança e a melhor informação ao cliente durante sua permanência na clínica.

Etapas do Tratamento:

Para iniciar a TIP-Terapia é necessário que o paciente esteja completamente aliviado do desgaste emocional provocado pelo sofrimento, abrindo-se assim para a percepção do inconsciente. Essa condição é possibilitada através de exercícios que compõem a fase preparatória da terapia.

A fase preparatória é constituída de dois momentos específicos com os objetivos de: a) soltar as tensões físicas e psicológicas que são potencializadas em situações de stress e sofrimento e b) treinar a pessoa para o processo terapêutico ADI/TIP, que necessita, por suas próprias características, que a pessoa em terapia seja capaz de “visualizar” e descrever os momentos que devem ser tratados (negativos) ou reforçados (positivos).

Fase Preparatória - 1a Etapa

O primeiro momento é realizado através de exercícios de concentração focados sobre temas específicos, de forma repetida, com o objetivo de facilitar a realização de certos passos importantes para o momento terapêutico ADI/TIP como exercícios de inversão direcional, de auto-distanciamento dentre outros.

Esta fase equilibra o sistema nervoso central e periférico gerando muitos efeitos positivos, principalmente a quebra do stress contínuo, relaxamento (e todos os seu benefícios secundários como diminuição da tensão muscular/dores, ansiedade e benefícios cardiovasculares), facilita a liberação de endorfinas, o fortalecimento do sistema imunológico, trazendo benefícios também para a memória, a concentração, a criatividade e treinando a capacidade intuitiva. Com isso possibilita-se que a terapia propriamente dita seja realizada em um tempo curto de sessões (10 sessões de terapia, usualmente), tendo em vista que a pessoa estará mais aberta e preparada para o processo terapêutico. Em média são realizadas 12 sessões neste momento inicial da fase preparatória.

Fase Preparatória - 2a Etapa visiotron

O segundo momento da fase preparatória é chamado de Visiotron que, como o próprio nome indica, é uma técnica auxiliar de terapia que visa treinar o paciente a visualizar, ou perceber conscientemente, o seu inconsciente, com base em três aspectos fundamentais:

      O Distanciamento – processo que ensina a pessoa a olhar para o seu próprio sofrimento de forma distanciada para poder perceber o sofrimento como separado da sua própria pessoa.
      A Inversão Direcional – processo que ensina a pessoa a exercer o comando do seu inconsciente, conscientemente.
     A Motivação para a Cura – processo que procura ajudar a pessoa em terapia a encontrar motivos que transcendem o seu próprio sofrimento enfatizando menos os elementos causadores do sofrimento atual e  mais a necessidade da busca de um sentido para a vida. 

O Visiotron é aplicado num colchão vibratório, em ambiente confortável e por pessoas tecnicamente treinadas para este fim e se realiza usualmente em 4 sessões.

TIP TERAPIA

terapia

Através da TIP-Terapia ( Terapia de Integração Pessoal) é possível atingir rapidamente a raiz primeira de vasta gama de sintomatologia clínica. Perpassa-se, numa média de 10 a 15 sessões, os diversos períodos vitais: a concepção, a fase do útero materno, a infância e a adolescência, procurando-se identificar os registros negativos e buscando-se a elaboração do processo de decodificação dos mesmos.

É o próprio paciente quem realiza sua terapia, o terapeuta não interfere no tratamento, apenas objetiva os fatos através do questionamento tecnicamente orientado, não analisando ou interpretando. Através do tratamento em nível intuitivo é possível trabalhar os registros negativos de base relacionados à percepção de problemas afetivos, principalmente aqueles ligados aos modelos parentais, pais esses que muitas vezes já estão sofrendo eles mesmos a influência de modelos familiares dos seus próprios pais, criando-se assim uma cadeia transgeracional que tende a se repetir para as próximas gerações, mas que também pode ser trabalhada pela terapêutica em questão, ampliando-se assim, os benefícios do processo.

Cuidados Necessários

Antes de se submeter à terapia, verifique nese site, no link "credenciadas" se a clínica e o profissional com o qual você deseja realizar a terapia é certificado pela FUNDASINUM.

Todos os profissionais, psicólogos, médicos ou psiquiatras, certificados pela FUNDASINUM realizaram a terapia ADI/TIP, cumpriram os três anos de curso no método ADI/TIP com a Dra. Renate Moraes, autora do método, foram aprovados e estão continuamente sendo submetidos a uma reciclagem bianual a qual garante a correta aplicação do Método ADI/TIP e a utilização, por parte deste profissional, das mais recentes técnicas do método aprovadas pela autora. Além disso, a FUNDASINUM tem como procedimento o acompanhamento constante dos resultados obtidos pelas pessoas que realizaram o processo nas clinicas por ela certificadas.

 
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