O Processo Terapêutico ADI/TIP

A proposta desse processo é de uma vivência terapêutica que, a partir do recurso do “questionamento” realizado de maneira específica, possibilita o acesso direto, isto é, sem interpretações, análises ou sugestões, aos conteúdos psíquicos geradores de conclusões pessoais negativas ou positivas sobre as situações, sobre os outros e sobre si mesmo, apreendidos e registrados de forma inconsciente a partir de determinadas experiências vividas. Nesse âmbito, evidenciam- se códigos existenciais que se expressam como núcleos sintetizadores de significados configurados revelando-se como raízes de registros psíquicos e existenciais que, quando destrutivos/negativos, emergem como matriz fundante de uma ampla gama de sintomatologias psiconoossomáticas.

Da mesma maneira, por meio do Método ADI/TIP, permite-se não somente a reativação e o reforço de registros construtivos/positivos, igualmente presentes como conteúdo inconsciente, mas também se possibilita a decodificação dos códigos psíquicos e existenciais negativos, a partir da compreensão intuitiva e alargada dos elementos afetivo-emocionais constitutivos das vivências percebidas e descritas, movimento realizado sempre pela própria pessoa, no momento mesmo da psicoterapia. Observa-se, portanto, que não são os “acontecimentos em si” que se transformam em problemas, mas os sentidos conferidos pela pessoa àquilo que vivencia que podem configurar-se em conclusões pessoais servindo como referencia e modelo para outras situações existenciais semelhantes.

O método ADI/TIP, portanto, é um processo de intervenção terapêutica que objetiva não somente a terapêutica e a decodificação dos problemas sofridos, mas reforçar na pessoa sua capacidade de transformar a si mesmo, abrindo-se para os outros significativamente importantes, e para a sua autorrealização, mudando seu posicionamento existencial visando ao seu crescimento pessoal, à descoberta de um sentido existencial e à sua reumanização. A orientação fenomenológico-existencial, que fundamenta filosoficamente essa metodologia, aplicada à psicologia clínica, compreende a pessoa humana como um ser biopsicossocial e espiritual que, como tal, exige ser considerado em sua multidimensionalidade tendo em vista sua unicidade e integralidade.

 


Assista a Renate Jost explicando os passos da Terapia

Fase preparatória

1) Consulta médica inicial:

Site - Consulta Medica04

Todos os candidatos à terapia passam inicialmente por uma consulta médica, com o objetivo de se ter conhecimento do histórico clínico, prestar orientação médica e oferecer informações em relação ao tratamento pelo método ADI.

2) Exercícios preparatórios para a terapia (EPT):

Site - EPT02

Constitui-se de dois momentos específicos com os objetivos de:

a) liberar as tensões físicas e psicológicas que são potencializadas em situações de stress e sofrimento;

b) treinar a pessoa para o processo terapêutico ensinando-lhe a “visualizar” a área intuitiva ou inconsciente de sua mente e descrever os momentos que devem ser tratados ou reforçados.

3) Visiotron:

Técnica auxiliar de terapia que visa treinar o paciente a visualizar, ou perceber conscientemente, o seu inconsciente, com base em três aspectos fundamentais:

O Auto distanciamento – processo que ensina a pessoa a olhar para o seu próprio sofrimento de forma distanciada para poder perceber o sofrimento como separado da sua própria pessoa.

A Inversão Direcional – processo que ensina a pessoa a exercer o comando do seu inconsciente, conscientemente.

A Motivação para a Cura – processo que procura ajudar a pessoa em terapia a encontrar motivos que transcendem o seu próprio sofrimento enfatizando menos os elementos causadores do sofrimento atual e mais a necessidade da busca de um sentido para a vida.

O Visiotron é aplicado num colchão vibratório, em ambiente confortável e por pessoas tecnicamente treinadas para este fim e se realiza usualmente em 4 sessões.

 


Fase terapêutica

1) A TIP Terapia:

Site - Terapia01

A fase terapêutica (Terapia de Integração Pessoal) é realizada normalmente em 10 a no máximo 15 sessões. Perpassam-se os diversos períodos vitais: a concepção, a fase do útero materno, a infância e a adolescência, procurando-se identificar os registros negativos e buscando-se a elaboração do processo de decodificação dos mesmos.

É necessário enfatizar que o terapeuta não interfere no processo, apenas objetiva os fatos através do questionamento tecnicamente orientado, não analisando ou interpretando. Através do tratamento em nível intuitivo é possível trabalhar os registros negativos de base, relacionados à percepção de problemas afetivos, principalmente aqueles ligados aos modelos parentais, pais esses que muitas vezes já estão sofrendo a influência de modelos familiares dos seus próprios pais, criando-se assim uma cadeia transgeracional, ou seja, que tende a se repetir para as próximas gerações, mas que também pode ser trabalhada pela terapêutica em questão, ampliando-se assim, os benefícios do processo.

2) A Terapia de reforço complementar:

Site - Terapia04

Realiza-se, logo após, e também sempre que for necessária, a terapia de reforço complementar em que, pelo próprio questionamento, reforça-se, checa-se e potencializa-se todas as etapas anteriores. É previsto no procedimento, em caso de queixas iniciais de natureza física, o retorno ao médico. Ao final do último atendimento, solicita-se a resposta a um questionário de avaliação do processo, com vistas a uma melhoria contínua na qualidade de nossos trabalhos.



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